A sociologia nasceu da crise provocada pela desagregação do sistema feudal e pelo surgimento do capitalismo. Como a sociologia é fruto de mudanças sociais, um de seus pontos fortes é a discussão sobre as transformações e crises nas diversas sociedades. Auguste Comte: Um dos pensadores do século XIX, desde cedo rompeu com a tradição familiar, tornou-se republicano, adotando as idéias liberais, e passou a desenvolver uma atividade política e literária que lhe permitiu elaborar uma proposta para resolver os problemas sociais de sua época. Comte acreditava que a mudança social estava situada na mente, na qualidade e quantidade de conhecimento sobre as sociedades. Ele afirmou que a humanidade percorreu três estágios. • Primeiro estagio- Teológico: as pessoas atribuíam a entidades e forças sobre naturais as responsabilidades pelos acontecimentos. • Segundo estagio- Metafísico: Surgiram idéias e causas abstratas e, portanto, racionais. Seria a momento da filosofia • Terceiro estagio- positivo: corresponde á era da ciência e da industrialização. Seria o momento da sociologia. Esse foi ampliado porque a ciência tem desenvolvimento continuo, sempre em busca de mais conhecimento.
Conte dividiu seu sistema em dois campos: Estático (ordem) e dinâmico (progresso). Toda mudança deveria estar condicionada, pela manutenção da ordem social. “Nem restauração nem revolução”.
Para Karl Marx: O radicalismo de uma revolução está no fato de ela ser realizada por quem é maioria na sociedade. A transformação não parte do zero. Ela sempre nega e superar uma situação anterior. Na atividade revolucionaria os indivíduos se transforma para mudar as condições sociais em que vivem. As resoluções só seriam possíveis por meio da violência, pois os que detinham o poder jamais abririam mão dele e de seus privilégios. Émile Durkheim: observou que, na historia das sociedades, houve uma evolução da solidariedade mecânica para a orgânica por causa de divisão do trabalho. Isso se deveu a fatores demográficos: o crescimento populacional, que gerava uma concentração de pessoas em determinados territórios, ocasionava intensidade de interações, complexidade de relações sociais e aumento da qualidade dos vínculos sociais. Max Weber: analisou a mudança social relacionada ao nascimento do capitalismo. Desenvolveu a idéia de que a ética protestante foi fundamental para a existência do capitalismo, pois propiciou maior acumulação de capital ao valorizar o trabalho e uma modo de vida disciplinado, responsável e racional. Ele enfatizou o esforço individual dos capitalistas, que procuravam utilizar o cálculo racional para garantir a eficiência na produção de mercadorias, tendo por objetivo o ganho monetário. E para ele uma sociedade administrada por diversos instrumentos controladores, a mudança estaria sempre limitada pela ação burocrata.
A sociologia nasceu da crise provocada pela desagregação do sistema feudal e pelo surgimento do capitalismo. Como a sociologia é fruto de mudanças sociais, um de seus pontos fortes é a discussão sobre as transformações e crises nas diversas sociedades.
ResponderExcluirAuguste Comte: Um dos pensadores do século XIX, desde cedo rompeu com a tradição familiar, tornou-se republicano, adotando as idéias liberais, e passou a desenvolver uma atividade política e literária que lhe permitiu elaborar uma proposta para resolver os problemas sociais de sua época.
Comte acreditava que a mudança social estava situada na mente, na qualidade e quantidade de conhecimento sobre as sociedades. Ele afirmou que a humanidade percorreu três estágios.
• Primeiro estagio- Teológico: as pessoas atribuíam a entidades e forças sobre naturais as responsabilidades pelos acontecimentos.
• Segundo estagio- Metafísico: Surgiram idéias e causas abstratas e, portanto, racionais. Seria a momento da filosofia
• Terceiro estagio- positivo: corresponde á era da ciência e da industrialização. Seria o momento da sociologia. Esse foi ampliado porque a ciência tem desenvolvimento continuo, sempre em busca de mais conhecimento.
Conte dividiu seu sistema em dois campos: Estático (ordem) e dinâmico (progresso). Toda mudança deveria estar condicionada, pela manutenção da ordem social. “Nem restauração nem revolução”.
Para Karl Marx: O radicalismo de uma revolução está no fato de ela ser realizada por quem é maioria na sociedade. A transformação não parte do zero. Ela sempre nega e superar uma situação anterior. Na atividade revolucionaria os indivíduos se transforma para mudar as condições sociais em que vivem. As resoluções só seriam possíveis por meio da violência, pois os que detinham o poder jamais abririam mão dele e de seus privilégios.
Émile Durkheim: observou que, na historia das sociedades, houve uma evolução da solidariedade mecânica para a orgânica por causa de divisão do trabalho. Isso se deveu a fatores demográficos: o crescimento populacional, que gerava uma concentração de pessoas em determinados territórios, ocasionava intensidade de interações, complexidade de relações sociais e aumento da qualidade dos vínculos sociais.
Max Weber: analisou a mudança social relacionada ao nascimento do capitalismo. Desenvolveu a idéia de que a ética protestante foi fundamental para a existência do capitalismo, pois propiciou maior acumulação de capital ao valorizar o trabalho e uma modo de vida disciplinado, responsável e racional. Ele enfatizou o esforço individual dos capitalistas, que procuravam utilizar o cálculo racional para garantir a eficiência na produção de mercadorias, tendo por objetivo o ganho monetário. E para ele uma sociedade administrada por diversos instrumentos controladores, a mudança estaria sempre limitada pela ação burocrata.
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